Soluções Radhex

Impermeabilização Industrial

Sistemas contínuos de membrana, mantas e cristalizantes para eliminar infiltrações em lajes, coberturas, reservatórios, subsolos e bases de silos — especificados por engenharia e executados com controle de consumo, ensaio de aderência e garantia compartilhada.

O problema

Estanqueidade é sistema, não produto

Infiltração em estrutura industrial raramente é falha do material aplicado — é falha de caminho. A água encontra a junta fria, o canto vivo, a interface entre materiais de comportamento distinto, a tubulação passante. Além da perda operacional, a umidade em contato contínuo com o concreto abre a porta para a corrosão de armaduras e a degradação progressiva da estrutura.

Por isso a Radhex trata impermeabilização como sistema de engenharia: substrato preparado, ponte de aderência, detalhes de transição reforçados e membrana contínua — com consumo rastreado por área e critérios de aceitação definidos antes da mobilização. Como registram nossas Recomendações Técnicas: a continuidade da membrana na transição — e não a estanqueidade individual de cada material — é o mecanismo de vedação do sistema.

Projeto e execução seguem as NBR 9575 e NBR 9574; membranas de poliuretano atendem à NBR 15487; a aderência ao substrato é verificada por ensaio de arrancamento conforme NBR 13528.

Vista panorâmica de cobertura industrial de grande porte impermeabilizada
Cobertura industrial de grande porte: em grandes áreas expostas, a impermeabilização contínua protege estrutura e operação.
Sistemas

Sistemas de impermeabilização que executamos

Não existe sistema universal: a escolha depende do substrato, da exposição, da pressão de água e da rotina de operação. Estes são os sistemas que dominamos — e o que cada um resolve.

Membranas de poliuretano

Sistemas líquidos que formam membrana contínua, sem emendas, aderida ao substrato — indicados para tanques, ETEs, ETAs, reservatórios e estruturas de geometria complexa. As transições piso–parede recebem véu de poliéster estruturante e filete de selante em meia-cana, eliminando o canto vivo, ponto de falha típico dos sistemas convencionais. Em obras de saneamento, executamos conforme o padrão MOS da Sanepar.

Consumo típico de 1,5 kg/m² · véu de poliéster 20+20 cm nas transições · membrana conforme NBR 15487

Cobertura industrial impermeabilizada com membrana de poliuretano flexível
Membrana de poliuretano flexível aplicada em cobertura industrial — Cooperativa Agrária.

Manta asfáltica

Membranas pré-fabricadas de asfalto modificado com polímeros, nas versões aluminizada (reflexão solar), armada com poliéster (resistência mecânica e flexibilidade), com fibra de vidro (estabilidade dimensional) ou autoprotegida com camada mineral. Solução consolidada para coberturas, lajes expostas, terraços, fundações e paredes enterradas.

Asfalto modificado com polímeros · estruturante de poliéster ou fibra de vidro · aplicação conforme especificação do projeto

Laje impermeabilizada com manta asfáltica
Laje impermeabilizada com manta asfáltica — obra Aquafoz.

Manta de PVC

Membranas flexíveis de PVC com emendas soldadas a quente, formando juntas homogêneas e contínuas — sem colas nem sobreposições frágeis. Indicadas para reservatórios, piscinas, lajes e paredes sob pressão hidrostática, com resistência a UV, intempéries e agentes químicos. Em uma cisterna industrial de 4.000 m³ (Ø 22 m), aplicamos sistema híbrido: poliuretano aderido em teto e pilares e manta de PVC-P em paredes e piso.

Emendas soldadas a quente · juntas homogêneas e contínuas · resistência a pressão hidrostática

Interior de reservatório revestido com manta de PVC
Interior de reservatório revestido com manta de PVC soldada.

Sistema Revestech

Lâmina impermeabilizante pré-fabricada ECODRY, colada ao substrato com argamassa ACIII e com emendas seladas com Sealplus. Aplicação a frio, sem chama — limpa, segura em edifícios ocupados e de cura rápida, com rodapés subindo no mínimo 20 cm e sobreposição mínima de 10 cm nas junções. Foi o sistema do rooftop do Inside Home Club (WUST Casarotto), em Cascavel/PR: 263 m² de laje e 96 m de rodapés, com garantia técnica de 5 anos.

Lâmina ECODRY colada com argamassa ACIII · emendas seladas com Sealplus · aplicação a frio, sem chama

Cristalizantes Xypex

Tratamento químico que forma cristais na matriz do concreto e se torna parte integrante da estrutura, bloqueando poros e capilares de dentro para fora. Resiste a pressões hidrostáticas positivas e negativas, sela microfissuras estáticas menores que 0,5 mm e mantém desempenho em contato permanente com meios de pH 3 a 11 — com auto-reparação: os cristais voltam a reagir na presença de água e selam fissuras que surgem ao longo do tempo. Aplicação por pintura, argamassa seca compactada (Dry-Pack) ou adição ao concreto fresco (Admix, 1% sobre o peso do cimento). Executamos 966 m² por cristalização em estação de tratamento de água em Videira/SC, com ART.

Pressão positiva e negativa · microfissuras estáticas < 0,5 mm · pH 3 a 11 em contato permanente

Reservatório elevado com água armazenada após tratamento de estanqueidade
Reservatório elevado — Aurora: estanqueidade preserva a estrutura e a qualidade da água armazenada.

Membranas líquidas (PUD e DF9)

Para coberturas, membranas de poliuretano disperso em água (PUD), mono ou bicomponentes: camada contínua e elástica que acompanha a variação térmica, com resistência UV e aplicação a rolo, pincel ou spray, aderindo a concreto, metal e madeira. Para áreas internas úmidas, sacadas e juntas de fachada, membranas de copolímeros acrílicos tipo DF9: alta flexibilidade, cura rápida, abertas à difusão de vapor (evitam bolhas), sem solventes e com alta aderência a argamassas colantes AC II e AC III — prontas para receber o revestimento final.

PUD: poliuretano disperso em água, mono/bicomponente · DF9: copolímeros acrílicos, sem solventes, aderência AC II/AC III

Impermeabilização de bases de silos

A interface entre a base de concreto e a estrutura metálica do silo é o caminho preferencial de infiltração — e o ponto que compromete a proteção do grão e a vida útil da estrutura. O sistema é multicamada: preparo mecânico do substrato, selamento das junções concreto–metal com cura controlada, primer de ancoragem específico para cada material, véu de poliéster estruturante em todo o perímetro e três demãos de poliuretano flexível, com tratamento de exaustores, tubulações e caixas embutidas. Na unidade Vila Nova da Coamo (Toledo/PR), foram dois silos de 27,3 m de diâmetro — 172,4 m de base impermeabilizada e 329,8 m de junções seladas — entregues em 9 dias, com RDO diário aprovado pela fiscalização.

Sistema multicamada de PU flexível · 3 demãos sobre véu de poliéster · primer específico para concreto e metal

Método Radhex

Controle de execução

Impermeabilização falha na execução, não no catálogo. Nosso método define critérios de aceitação antes da mobilização — e documenta cada etapa até a entrega.

Preparo de substrato

Hidrojateamento de no mínimo 4.000 psi, referência SSPC-SP 12, com remoção de leitança, gordura e material sem coesão.

Condições controladas

Substrato seco conforme as fichas técnicas e temperatura no mínimo 3 °C acima do ponto de orvalho, com registro de umidade por demão.

Consumo rastreado

Controle de consumo por área efetivamente executada, com registros fotográficos e relatório final de aplicação.

Ensaio de aderência

Ensaio de arrancamento (pull-off) amostral conforme NBR 13528, com critério de aceitação ≥ 1,0 MPa sobre concreto.

Transições inspecionadas

Inspeção visual de 100% das transições: sem bolhas, poros, falhas ou véu exposto.

Segurança e liberação

APR e PET assinadas antes da frente de obra; NR-33 em espaço confinado e NR-35 em altura. Quando especificado, teste de estanqueidade com lâmina d'água por 72 h.

A Radhex atua de forma consultiva, definindo o sistema de impermeabilização adequado a cada estrutura a partir de análise técnica das condições de uso e exposição. Toda a execução — do preparo do substrato ao acabamento — é realizada em conformidade com as especificações do fabricante, assegurando a validade da garantia compartilhada. E somos claros quanto aos limites do sistema: a membrana não substitui o reparo estrutural do concreto, e o fim da aplicação não é a liberação operacional — a estrutura retorna ao uso após o prazo de cura formalizado pelo fabricante.

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Descreva sua necessidade e nossa equipe de engenharia retorna com o diagnóstico e a solução adequada — com execução controlada e garantia.

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